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25 de setembro de 2026

O código de barras dá lugar ao QR code: Paula Rivero explica na Forbes como preparar sua marca para 2027

Paula Rivero, COO da QRCodeKIT, fala para a câmera no corredor de um escritório durante uma entrevista.

Minha colega Paula Rivero, nossa COO, escreveu uma coluna para o Forbes Business Council sobre a maior mudança nas embalagens em meio século: a passagem do código de barras linear para QR codes baseados nos padrões GS1. Aqui vai a versão curta, e o que ela significa se você cuida de embalagem, dados de produto ou marketing de uma marca de bens de consumo.

O Sunrise 2027 é uma transição, não um desligamento

A iniciativa Sunrise 2027 da GS1 pede que o varejo tenha caixas capazes de ler códigos 2D até o fim de 2027. Ninguém desliga o código de barras linear em um dia específico. Por um período, os dois códigos vão conviver na embalagem. Isso dá tempo às marcas. Também significa que as decisões tomadas agora sobre o novo código serão impressas em milhões de produtos e vão ficar lá por anos.

Uma caixa de cereal na gôndola de um supermercado com um código de barras EAN-13 e um QR code impressos lado a lado no rótulo.

Por que a Paula fala em resultado financeiro

Um código de barras linear guarda um número de produto e nada mais. Um QR code com GS1 Digital Link pode guardar esse mesmo número e abrir uma página: ingredientes, recalls, recompra, fidelidade, avaliações. O quadradinho que o caixa lê é o mesmo que o cliente escaneia na cozinha. As marcas que tratarem isso como troca de rótulo vão imprimir um código que faz uma coisa só. As que planejarem vão imprimir um que informa, vende e devolve dados.

Os grandes varejistas já estão se mexendo. Na coluna, a Paula cita a Tesco, que levou uma linha inteira de produtos para QR codes com GS1, e o Walmart e a Wegmans, que estão testando códigos 2D nas lojas.

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A regulação chega ao mesmo tempo

Na UE, o passaporte digital de produto passa a ser obrigatório para baterias a partir de 18 de fevereiro de 2027, e outras categorias vêm depois. Desde dezembro de 2023, os produtores de vinho podem levar ingredientes e informação nutricional para um QR code. Um único código que atende o varejo, o regulador e o cliente custa menos do que três soluções separadas.

Três coisas para este trimestre

  1. Revise os códigos que você já imprime. Para onde eles levam, quem é dono do destino e o que quebra se um link mudar?
  2. Decida o que o código deve fazer pelo cliente: informação de produto, instruções de uso, recompra, uma promoção por mercado.
  3. Dê a ele um responsável. Alguém precisa cuidar dos códigos e dos dados por trás deles depois que a embalagem é impressa.

Como a QRCodeKIT ajuda

A QRCodeKIT cria QR codes GS1 Digital Link que os leitores do varejo leem e que o cliente abre no celular. Como são dinâmicos, você pode mudar o destino depois de imprimir sem reimprimir a embalagem, e ver onde e quando cada produto é escaneado.

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Para os detalhes, leia o nosso guia de QR codes Digital Link.

Leia o artigo completo da Paula na Forbes (em inglês)

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